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quinta-feira, 06 junho 2013 13:42

Portugal: mantém-se tendência de “fuga de cérebros” para o estrangeiro

Portugal: mantém-se tendência de “fuga de cérebros” para o estrangeiro Quase um quarto da atual força produtiva, que já por si é extremamente baixa, está disposta a emigrar para conseguir um emprego melhor, tendência que se acentua junto dos mais jovens e com formação superior, conclui o estudo "Employee Engagement Survey", realizado pela GfK.

 

Este estudo analisa a evolução das condições de trabalho dos portugueses, a sua satisfação e o compromisso com o emprego, a pressão laboral e o stress sentido no dia-a-dia, a situação económica no mercado de trabalho e as suas expectativas em relação ao futuro.

O GfK Employee Engagement Survey compara, ainda, a realidade actual com as percepções dos portugueses registadas na vaga do estudo realizada em 2011.

Segundo o GfK Employee Engagement Survey, observa-se uma diminuição expressiva e preocupante de trabalhadores portugueses no ativo - apenas 38,7 por cento dos portugueses entre os 18 e 75 anos declararam estar empregados (menos 13 pontos percentuais de população ativa portuguesa face ao declarado em 2011).

De acordo com o estudo, a segurança no emprego lidera as preocupações face à atividade laboral: 26 por cento dos atuais portugueses empregados refere que esta é uma preocupação frequente, principalmente os empregados dos 35 aos 54 anos.

Fonte: LPM

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