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segunda, 17 setembro 2018 14:19

Imobiliário para retalho sobre 4,6%

O mercado imobiliário mantem a forte atividade que tem vindo a registar. No retalho, o volume de vendas subiu 4,6%, influenciado pelo comércio não alimentar que cresceu 6,1% face ao ano passado, a indústria de centros comerciais é anunciada como a maior responsável por este crescimento. As conclusões são do Marketbeat Portugal Outono 2018, publicado pela Cushman & Wakefield.

 

De acordo com os indicadores da Associação Portuguesa de Centros Comerciais, no que toca a centros comerciais, o volume de vendas aumentou 5,1% no primeiro semestre de 2018 e o número de visitantes 4,1%.

O índice da Cushman & Wakefield indica ainda mais de 100 aberturas de lojas de rua em Lisboa no primeiro semestre do ano, sendo a restauração o setor mais ativo, com 60% das novas aberturas. Na cidade do Porto foram identificadas cerca de 50 operações, com o setor de restauração a representar 68%.

Em Lisboa, as Avenidas Novas foram a zona com maior dinamismo, com destaque para o sector alimentar que tem vindo a expandir no formato de proximidade. Lidl, My Auchan, Minipreço e Meu Super são exemplos de novas aberturas nesta localização. A norte, a Baixa do Porto foi a zona mais ativa: na Rua Sá da Bandeira inaugurou, no princípio do ano, a Fábrica de Cervejas Portuense e, mais recentemente, a Brasileira reabriu portas após cinco anos encerrada.

As rendas de mercado registaram um crescimento mais acentuado na cidade do Porto. Na Rua de Santa Catarina, a localização “mais valorizada da cidade”, a renda prime subiu 30% nos últimos 12 meses, estando atualmente nos 75 euros mensais por metro quadrado.

Fonte: Cushman & Wakefield