Para o fim do ano, a ambição é crescer até um milhão de referências, em 10 categorias, sem descurar o reforço das categorias core de eletrónica.
“Estamos a viver a digitalização em todas as áreas da sociedade. Sabemos que cerca de 1/3 dos portugueses compram online e que, até 2025, esse número subirá para perto dos 60%”, afirma o Chief Operating Officer (COO) da Worten Ibéria, Mário Pereira. “A Worten, enquanto líder de mercado, está empenhada em facilitar esta evolução, acompanhando os seus clientes e parceiros, ao mesmo tempo que entra em novos territórios no retalho, cimentando a sua estratégia e liderança”, acrescenta.
“É uma nova Worten”, diz. “Não é apenas mais um passo. Muda substancialmente aquilo que é o ADN da Worten”. “Se não se come nós vendemos”, concretiza. Entende que o marketplace “é inovador pela sua estratégia e experiência verdadeiramente integradora entre online e loja física”. “Esta nova plataforma vai permitir-nos fazer crescer a marca para novas dimensões do retalho, mantendo a qualidade de serviço e estreitando ainda mais relação de confiança com os nossos clientes”.
No novo modelo de negócio, a Worten trabalha inicialmente com cerca de cem fornecedores, metade dos quais nacionais. Será claro para o cliente que a venda é feita pela empresa parceira, mas este terá o “selo de confiança Worten”. Além disso, nas lojas passarão a haver corners para experimentar alguns produtos e esclarecer dúvidas com os vendedores.
Este projeto levou à criação de 100 novos postos de trabalho, particularmente nas áreas de IT, gestão de produto e gestão comercial.
O marketplace arranca em Espanha em janeiro, já com um milhão de referências.
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