quinta-feira, 10 setembro 2020 14:57

Para o Lidl, há que retribuir o privilégio

O Lidl entende que o “privilégio de ter 258 lojas em Portugal lhe traz uma responsabilidade acrescida: “A de marcarmos presença na vida da sociedade que tão bem nos acolhe, nos momentos em que somos mais precisos, garantindo o acesso a bens de primeira necessidade aos nossos clientes e às franjas mais frágeis da sociedade”, declara a diretora de Comunicação Corporativa, Vanessa Romeu. Além do mais – acrescenta – a insígnia “acredita que a responsabilidade social é a sua forma de retribuição pelo privilégio de participar e servir a sociedade, pelo que o atual contexto apenas reforçou a nossa atuação”.

A resposta exigiu “um foco redobrado em virtude da magnitude do impacto económico e social que a pandemia poderá trazer”, a começar por “uma perceção clara” das necessidades da sociedade, dos colaboradores, dos clientes e dos parceiros de negócio. Os apoios envolveram, nomeadamente, a doação de mais de 130 toneladas de alimentos ao abrigo de uma parceria com a Federação Portuguesa de Bancos Alimentares, através da Rede de Emergência Alimentar; bem como a doação de mais de duas mil unidades de cremes hidratantes Cien aos profissionais de saúde dos hospitais de Santa Maria, em Lisboa, e de São João, no Porto. E ainda o acolhimento do apelo da secretária de Estado da Cidadania para a Violência Doméstica, com a doação de artigos de resposta imediata. As autarquias foram igualmente visadas, com a insígnia a destacar o envolvimento na campanha solidária “Todos os gestos contam” da Câmara Municipal de Cascais. Esta campanha tem o objetivo de reforçar o apoio às famílias que, neste momento, têm o seu rendimento limitado, mediante a aquisição de vales de cinco e dez euros nos supermercados aderentes, sendo que, no final, o Lidl completará com artigos no valor de 10% do valor angariado.

Esta intervenção levou a um reajuste do esforço e da verba alocados à responsabilidade social, com o intuito – diz Vanessa Romeu – de “garantir uma resposta assertiva às necessidades dos mais vulneráveis e de gestão de um novo modo de atuar coletivamente”. “Infelizmente, as necessidades não irão desaparecer amanhã, estamos por isso a trabalhar para reorganizar as prioridades para fazer face aos desafios e necessidades futuras. O nosso compromisso é para com Portugal e as nossas comunidades”, conclui.

 

Fonte: Store

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