segunda-feira, 26 abril 2021 13:24

KICKS tem formações 100% online

Na KICKS, além da criação de novas medidas de segurança e bem-estar, os RH tiveram, devido à pandemia, de implementar um “Novo Plano de Formação Interna”, que consistiu na anulação de todas as formações presenciais – passaram a ser 100% online ; na realização do novo “Diagnóstico de Necessidades de Formação”; e na criação de um catálogo diferente de aquisição de conhecimentos, que fossem ao encontro das novas necessidades.

Foram realizados, ainda, um reforço da formação em “Regras de Segurança” e uma reavaliação bimestral das regras de “Segurança Covid-19”. Por sua vez, o planeamento deixou de ser anual e passou a trimestral.

A responsável pela Formação Interna da KICKS, Irina Ribeiro, refere que procuram “estar sempre em contacto uns com os outros”, de forma a não perderem as dinâmicas de grupo, que tinham presencialmente, nem o espírito de união e equipa. Isso é possível através da ferramenta Google Meet.

Para darem formação e comunicarem com os colaboradores, tiveram de, “inevitavelmente”, adotar novas estratégias. O calendário do Google passou a ser o principal meio de comunicação da AKADEMIA KICKS. Já as formações ficaram mais curtas – “mas visam responder mais rapidamente às necessidades emergentes” – e são realizadas em diferentes horários, de forma a ajustar-se à disponibilidade das várias equipas. Também os e-learnings se tornaram “mais interativos” e surgiu a necessidade de medir mais vezes o impacto das formações.

O balanço das mudanças implementadas é “muito positivo”. Apesar de os colaboradores sentirem saudades das formações presenciais – que “seriam sempre preferíveis” –, consideraram que foram ao encontro das suas necessidades e expetativas. “De uma forma geral, as equipas sentiram-se acompanhadas e formadas, que é sempre o grande objetivo da KICKS. Também conseguimos assegurar a continuidade do bom funcionamento do nosso negócio”, acrescenta a responsável.

Os RH da insígnia consideram que, daqui adiante, o sistema será “um pouco híbrido”, no sentido em que vão manter a modalidade virtual para treinar alguns temas, as formações presenciais serão “absolutamente cirúrgicas”, e a opção de ter menos formações e mais curtas “foi e vai continuar a ser vencedora”.

Para a equipa, “o teletrabalho acaba por ser sempre muito dependente e condicionado pela eficácia da internet e do bom funcionamento tecnológico”. Por isso, no futuro, idealmente, alguns aspetos que vai ter em conta passam por eliminar todas as falhas de cariz técnico, para quando os colaboradores estiverem em formação remotamente conseguirem assistir com as melhores condições possíveis; e concluir o trabalho de “uniformização e eficiência dos processos”, que tem sido desenvolvido para reduzir ainda mais o volume de e-mails.

Fonte: Store

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