segunda-feira, 12 julho 2021 15:58

Covid-19: Continente continua a reforçar proteção

A Sonae MC já investiu, desde o início da crise sanitária no País, mais de 20 milhões de euros em cerca de 450 medidas de prevenção da Covid-19, nos entrepostos, nas lojas e nas estruturas centrais, com vista a proteger clientes e colaboradores. O Continente diz estar em “permanente articulação” com a DGS, quando os assuntos podem implicar a saúde da sua equipa e dos consumidores. “Fomos pioneiros na implementação de medidas de proteção nas nossas lojas, nomeadamente na colocação de acrílicos em todas as caixas de supermercado e no apoio ao cliente, e continuaremos a reforçar as medidas como até aqui”, afirma.

Além disso, estão “confiantes” quanto à eficácia do seu plano de contingência, o qual tem permitido fazer face aos picos da pandemia, ao longo dos meses, assegurando sempre o abastecimento das lojas e permitindo aos portugueses o acesso permanente aos bens alimentares.

Para garantir a segurança dos clientes, a retalhista: manteve os horários, para que todos possam realizar as suas compras em diferentes horas, evitando filas e concentrações de pessoas; colocou marcas no chão – por exemplo, junto aos balcões de atendimento e às caixas – de forma a garantir as distâncias de segurança; disponibiliza máscaras de proteção e uma sala de isolamento a quem apresente algum sintoma da doença; presta informação e incentiva o uso da tecnologia, como o “Continente Pay” na app, para que se proceda ao pagamento sem ser preciso o cartão de multibanco; entre outras. Do lado dos funcionários, a insígnia: deu formação sobre regras básicas de proteção; reforçou a segurança, higiene e limpeza dos locais de trabalho e de toda a loja, bem como a desinfeção dos carrinhos de compras, cestos e veículos de transporte de mercadorias; verifica a temperatura antes da entrada de qualquer pessoa ao serviço; criou uma linha de suporte ao colaborador para dúvidas e orientações concretas em cada caso; etc..

“Desde o início da pandemia que a Sonae MC implementou um programa de forte comunicação e sensibilização, para o tema da Covid-19, direcionado à população em geral e às chefias”, revela o Continente. O objetivo do projeto é que as pessoas tenham um maior conhecimento sobre os vários processos a adotar, quer nas medidas de higienização, quer nos procedimentos recomendados pela Saúde Ocupacional da empresa e pelas DGS/OMS.

Ao longo deste ano, “muitos clientes” experimentaram o Continente online, e tiveram oportunidade de “comprovar a sua conveniência e a facilidade que acrescenta às rotinas diárias”, complementando as lojas físicas. Neste período, era “expectável e confirmou-se” a maior penetração de produtos alimentares básicos e de preparação de refeições – massas, arroz, conservas, congelados, frutas e legumes – nos carrinhos de compras. “Uma das grandes tendências da quarentena foi a confeção de pão, bolos e sobremesas, o que fez aumentar significativamente tudo o que são auxiliares de padaria e pastelaria – farinhas, açúcar, ovos e auxiliares de sobremesas”, revela.

Ainda assim, a retalhista considera que o surto também foi uma oportunidade para aqueles que queriam investir numa alimentação mais saudável, uma vez que houve uma maior procura por frutas e legumes frescos e/ou congelados, e produtos frescos básicos – carne ou peixe – para confeções mais elaboradas e/ou demoradas; e uma menor procura por alimentos com açúcares – refrigerantes ou bebidas brancas.

Relativamente ao consumo não alimentar, a insígnia conclui que as principais tendências foram: o material de escritório/escolar e de desporto, os artigos de jardim e bricolage, os utensílios para confecionar bolos e doces, os produtos de decoração, o mobiliário para reforçar os espaços de trabalho em casa, o vestuário confortável, e os acessórios e a alimentação para o bem-estar dos animais.

Fonte: Store

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