segunda-feira, 19 julho 2021 14:42

Covid-19: Mercadona reconhece os colaboradores

Desde o momento em que o estado de emergência foi declarado, a Mercadona destinou mais de 200 milhões de euros para “proteger, reforçar e garantir a segurança e saúde dos clientes, colaboradores e fornecedores, fazendo das suas instalações um lugar seguro”.

A diretora de Relações Externas de Lisboa e Relações Empresariais da insígnia em Portugal, Inês Santos, justifica que esse custo extra foi preferencialmente dirigido, entre outros, para: a aquisição de equipamentos de proteção individual; a desinfeção, limpeza e adequação de medidas de segurança nas lojas, nos blocos logísticos, nas “colmeias” e nos escritórios; e o reforço dos cuidados médicos. A empresa já contava com um serviço médico próprio, composto por mais de 100 profissionais com protocolos estabelecidos, que estão em permanente contacto com as autoridades de saúde. Ainda assim, foi fortalecido com um call center, à disposição dos trabalhadores 24 horas por dia, sete dias por semana, para qualquer consulta, dúvida ou questão que tivessem.

Os funcionários – 90 mil em Espanha e Portugal – receberam luvas, gel hidroalcoólico, máscaras e óculos para proteção; e têm telas protetoras de acrílico na secção das caixas. Já os clientes, quando entram nas lojas, têm à sua disposição: luvas, papel e gel desinfetante, para utilizarem enquanto fazem as suas compras. De acordo com a responsável, os processos diários de desinfeção e limpeza das instalações foram reforçados com serviços externos, e a segurança das lojas com vigilantes, para controlarem os acessos e garantirem o distanciamento social.

Relativamente aos hábitos de consumo, Inês Santos revela que a preocupação com a higiene/desinfeção pessoal e o período de confinamento levaram a uma “procura crescente” de certo tipo de artigos. “Hábitos que anteriormente faziam parte da rotina dos nossos chefes [clientes], e que se viram interrompidos pelos períodos de confinamento, tiveram reflexo imediato em produtos, como: as nossas refeições pré-cozinhadas, o café, a cerveja e, curiosamente, as tintas para o cabelo”, diz.

Outra tendência que, para si, se acentuou durante o ano que passou foi a realização de tarefas em casa, como, por exemplo, cozinhar. Por isso, a Mercadona começou a publicar, nas suas redes sociais, algumas ideias para serem colocadas em prática. “O nosso modelo passa por ouvir os chefes constantemente, saber o que procuram e o que lhes acrescenta valor – é isto que nos permite estar um passo à frente no desenvolvimento de novos produtos e soluções”, acrescenta.

Para terminar, notaram ainda uma “maior preocupação e consciência ambiental” na procura de soluções mais sustentáveis, o que vai ao encontro da “Estratégia 6.25” – seis ações para a redução do plástico até 2025 –, que têm vindo a desenvolver no âmbito da economia circular.

Fonte: Store

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