quinta-feira, 07 outubro 2021 15:45

Pingo Doce contribui para o Bairro Feliz

"Não se trata apenas de mais um programa de apoios, trata-se de dar oportunidade e voz a toda a gente que queira fazer algo pelo próximo, a começar pelos vizinhos. Acho que a pandemia também nos ensinou isso, que é importante olharmos uns pelos outros e cuidarmos uns dos outros. Estivemos confinados ao nosso bairro tanto tempo, que até ficámos mais despertos para quem está perto de nós". É desta forma que a coordenadora nacional do “Programa Bairro Feliz”, Filipa Pimentel, começa por abordar o projeto de responsabilidade social do Pingo Doce.

A iniciativa tem como objetivos fortalecer o vínculo da insígnia com as comunidades locais e promover uma relação mais próxima e ativa com o bairro, contribuindo para o bem-estar da população onde operam as lojas. E são as entidades locais e os próprios moradores de cada bairro que inscrevem as causas que gostariam de concretizar, sendo que podem ser de diversas áreas: Saúde, Bem-estar e Desporto, Apoio Social e Cidadania, Cultura e Património, Turismo e Lazer, Educação, Ambiente e Causa Animal. “Não é preciso ser uma entidade formal, basta juntar cinco vizinhos – com morada no mesmo bairro – para inscrever, no site do Pingo Doce, uma causa comum. Esta será avaliada, juntamente com as outras, por um júri maioritariamente externo que vai selecionar duas iniciativas por cada loja”, explica a responsável. Na fase final, vão estar em votação popular, mais uma vez pela população do bairro.

O “Programa Bairro Feliz” é gerido loja a loja, sendo que cada um dos 434 espaços comerciais tem uma verba até 1000 euros para apoiar uma iniciativa. Vai na terceira edição, sendo que está a decorrer a primeira ao nível nacional, uma vez que as outras foram de arranque na região Norte. “Serviram para aprimorar alguns detalhes, mas a adesão e o sucesso foram muito grandes e, por isso, não havia dúvidas de que era para fazer no País inteiro. Estamos a fazê-lo, incluindo na Madeira, onde também temos lojas”, conta.

Um grupo de catequistas que não tinha computador, nem projetor, e dava as aulas com “pouca dinâmica” ou um centro de seniores, em Penafiel, que queria ter equipamentos de ginástica para os utentes são dois exemplos de causas vencedoras das edições-piloto. A primeira teve 24 projetos vencedores e a segunda 133.

"O que queremos mostrar é que a nossa relação não começa nem acaba nas portas da loja. Temos 40 anos de existência, somos a loja do bairro, que está ali ao virar da esquina. E temos que ser uns para os outros e dar à comunidade porque ela também nos devolve. É um programa feliz, não é só de nome", conclui Filipa Pimentel.

 

Fonte: Store

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