quinta-feira, 30 junho 2022 15:32

Jerónimo Martins: alimentação é responsabilidade

A Jerónimo Martins vê a alimentação como um dos fatores comportamentais mais importantes para a saúde das populações. Deste modo, e consciente da sua responsabilidade na alimentação dos portugueses, o grupo definiu “promover a saúde pela alimentação” como um dos pilares da responsabilidade corporativa.  Disso mesmo dá conta a responsável pela Equipa de Nutrição, da Direção de Qualidade e Desenvolvimento de Marcas Próprias, Susana Pasadas

A responsável sublinha que é no âmbito deste posicionamento que surge uma política nutricional que inclui, entre outros objetivos, a “melhoria contínua do perfil nutricional dos produtos”. Assim, a insígnia dá prioridade às reformulações nos produtos de grande consumo, sobretudo aqueles que são percecionados como benéficos para a saúde e que estão entre os mais consumidos por públicos infantis.

Com o objetivo de contribuir para a melhoria da saúde pública, desde 2009 que têm vindo a reduzir os teores de sal, gordura, gordura saturada, açúcar, conservantes e outros ingredientes artificiais e a adicionar, sempre que possível, fibra, fruta e micronutrientes. “Só em 2021, evitámos que chegassem ao mercado português 347 toneladas de açúcar, mais de quatro toneladas de sal e mais de 25 de gorduras (incluindo saturada)”, concretiza.

O principal intuito destas iniciativas é prevenir e combater doenças relacionadas com a alimentação, em que se incluem a obesidade, a diabetes, a osteoporose e as cardiovasculares.

A porta-voz afirma que as prioridades internamente definidas foram ajustadas com os compromissos assinados. Assim, o processo de reformulação nos produtos de marca própria “tem como princípio inalterável a melhoria do perfil nutricional como um todo”, ou seja, não reduzir o açúcar para adicionar sal, ou vice-versa.

“Uma vez que pretendemos influenciar para um consumo mais responsável e que impacte positivamente a saúde, os produtos reformulados são testados sensorialmente para ir ao encontro das expectativas dos consumidores e, assim, transformar progressivamente os padrões alimentares da sociedade”, conclui Susana Pasadas.

 

Fonte: Store Magazine

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