quarta-feira, 27 julho 2022 13:38

Vendas da Jerónimo Martins crescem 6,3% no primeiro semestre

As vendas da Jerónimo Martins cresceram 20%, para os 11,9 mil milhões de euros, no primeiro semestre do ano. O grupo fez um investimento de 318 milhões de euros e registou 261 milhões de euros de lucro, +40,3% em relação ao período homólogo de 2021.

De acordo com a Jerónimo Martins, “num contexto de subida crescente e generalizada dos preços, que se intensificou no segundo trimestre, as insígnias do grupo foram eficazes na implementação de medidas para limitar o impacto adverso da inflação nos seus consumidores.”.

Em Portugal, “a subida generalizada dos preços pressionou o consumo e originou trading down no setor alimentar, tendo aumentado o peso das marcas próprias nas vendas totais”. Por outro lado, “a forte recuperação do turismo está na base do sólido desempenho do setor HoReCa, na primeira metade do ano”.

O Pingo Doce “manteve a intensidade das suas ações comerciais”. As vendas da insígnia reagiram, crescendo 8,5% para atingir os 2,1 mil milhões de euros. O EBITDA foi de 120 milhões de euros, um crescimento de 7,8% em relação ao primeiro semestre de 2021. No período, a insígnia abriu três novas lojas e encerrou uma.

Por sua vez, o Recheio, “bem preparado para beneficiar da recuperação do canal HoReCa, registou um forte crescimento de vendas em relação ao mesmo período de 2021”. As vendas da insígnia atingiram os 513 milhões de euros, 28,9% acima do primeiro semestre do ano passado. O EBITDA da insígnia cifrou-se em 24 milhões de euros, +61,1% do que no período homólogo de 2021.

“A força do desempenho das nossas equipas nos primeiros seis meses do ano é inegável, num contexto de muita incerteza, com elevada inflação alimentar, uma crise energética sem precedentes neste século, e disrupções ao nível das cadeias de abastecimento internacionais”, começa por afirmar o presidente e administrador delegado da Jerónimo Martins, Pedro Soares dos Santos. “Este excelente desempenho reflete o acerto da nossa aposta estratégica na defesa da competitividade de todas as companhias do grupo e a resiliência das suas próprias cadeias de abastecimento, bem como dos modelos de eficiência com que operamos”, acrescenta.

Fonte: Jerónimo Martins

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