“As relações a longo-prazo são cada vez mais difíceis de conquistar. Neste novo paradigma, as marcas necessitam de criar relações fortes e de permanecer no top of mind dos consumidores, que diariamente são aliciados por novas tendências, produtos e marcas. É crítico inovar de forma holística e contínua, não só ao nível do produto, como também da comunicação (através do conteúdo e dos meios) e dos canais de distribuição, procurando surpreender o shopper em todos os momentos de interação. As marcas devem criar experiências positivas que vão ao encontro das novas necessidades do consumidor e potenciem o engagement”, afirma, a propósito, a consumer insights leader da consultora, Ana Rei.
Sobre as razões que levam à troca de marcas, em Portugal, a relação custo-benefício destaca-se claramente, com metade dos consumidores a afirmar que esta variável influencia sempre a sua decisão por uma nova marca. As promoções e reduções de preço, as recomendações, a qualidade, a conveniência e os benefícios associados são outras das características que promovem a experimentação de novas ofertas.
O estudo conclui que, no processo de decisão de compra, a escolha da marca adquire maior relevância em categorias como as bebidas alcoólicas, o café, o chá ou os produtos para o cabelo e para a pele, e mostra-se menos importante na compra de produtos frescos, snacks salgados ou produtos de papel, entre outros.
De entre os consumidores, os chamados millennials são os que mais privilegiam a novidade, estando mais abertos a novas tendências e conceitos criativos. Mais de metade dos consumidores desta geração a nível global (52%) revela ter uma apetência particular por experimentar novas marcas e produtos.
Este estudo abrangeu mais de 30.000 utilizadores de internet em 64 países.
Fonte: Say-U