segunda-feira, 13 janeiro 2020 16:34

Igualdade de género: no Lidl, para géneros diferentes, benefícios iguais

No Lidl Portugal, os colaboradores usufruem das mesmas oportunidades e dos mesmos benefícios, independentemente do género, sendo, portanto, privilegiados a meritocracia e o desempenho individual e em equipa. Este é o enquadramento feito pela diretora-geral de Recursos Humanos, Maria Roman.

 

É neste contexto que a empresa apresenta um “rácio por géneros bastante equilibrado”, no que respeita ao número de mulheres e homens nos cargos de chefia, correspondendo a 801 e 882 lugares, respetivamente. A divisão é também “quase igualitária” no caso dos cargos de chefia de loja, que são ocupados por 146 homens e 115 mulheres. Já numa perspetiva geral, tendo em conta o total de colaboradores no País, o qual ascende a cerca de 6800 pessoas, verifica-se que há, atualmente, uma maior percentagem de mulheres (54%).

O Lidl apresenta-se como uma empresa com “mulheres em todos os setores de atividade”, embora haja diferenças, em alguns casos, significativas, na percentagem que ocupam nos vários setores. Assim, os setores de administração (17%) e os de direção e quadros superiores (25%) são os que apresentam menor percentagem de mulheres, ao contrário dos setores técnicos operacionais e de profissionais de apoio, que são compostos por 55% e 68% de mulheres, respetivamente. Já ao nível dos quadros médios, há uma divisão semelhante, com as mulheres a representarem 48% do total.

“A atividade no nosso setor do retalho exige a preparação de equipas com fortes competências e formações técnicas e comportamentais, sendo o talento o principal fator de premiação”, destaca Maria Roman.

No momento de contratar, as oportunidades são iguais para ambos os géneros, destacando-se apenas características como “o talento, a eficiência, a capacidade de pensar além do evidente e os valores do candidato”. Ainda assim, a diretora de Recursos Humanos considera que existem cargos que são “naturalmente, mais procurados por um determinado género de candidatos”, dando o exemplo das posições nos entrepostos ou em IT – Information Technology.

No que concerne a oportunidades de progressão na carreira, Maria Roman afirma: “Oferecemos diversas possibilidades de progressão de carreira e possibilitamos o desenvolvimento pessoal e profissional num ambiente internacional, diverso, com novos desafios todos os dias. Seguindo um modelo de meritocracia, são múltiplas oportunidades de crescer profissionalmente dentro da mesma área ou fora dela, até em outros países”.

Um exemplo disso é o programa de promoção de talento “Challenge Yourself”, que promove vendedores a chefes de loja. Mas não é apenas possível uma ascensão deste tipo: a diretora-geral de Recursos Humanos do Lidl Portugal revela que há mesmo diretores que começaram nas lojas. “Em todos os setores de atividade da empresa há oportunidades de progressão na carreira e apoiamos os colaboradores neste percurso, identificando potenciais líderes”, destaca.

Nestes casos, valores como a integridade, a humildade, a maturidade e a inteligência emocional são vistos como essenciais para que “um colaborador progrida e se torne num líder”. “Treinar os nossos líderes para identificar nas pessoas mais jovens estas qualidades é um exercício que nos orgulhamos de desenvolver”, acrescenta Maria Roman. Assim, a seleção de uma pessoa para assumir um cargo de liderança segue uma política de escolha que “engloba a meritocracia, valores e competências de trabalho individual e em equipa”.

Para a consolidação das suas equipas, a empresa aposta na formação e desenvolvimento, promoção de saúde e segurança no trabalho e remuneração acima do estabelecido a nível nacional.

Por conseguinte, a distinção de géneros é também colocada de parte, nas questões salariais. “Prezamos a paridade salarial entre homens e mulheres, lojas e entrepostos, norte ou sul do País para a mesma categoria profissional”, afirma a titular do pelouro, que adianta ainda os valores praticados. Assim, a empresa oferece “condições de remuneração acima da média do setor”, negociadas pela APED, que se traduzem num ordenado mínimo de entrada de 670 euros, e num subsídio de alimentação de 6,83 euros por dia. Além do fator monetário, todos os colaboradores do Lidl Portugal gozam de contrato sem termo.

Outra questão que se levanta, comummente, quando se fala em igualdade de género, prende-se com o apoio à maternidade. Neste ponto, o Lidl “pugna pela garantia de diversos benefícios”, através do cumprimento dos períodos de dispensa para amamentação ou aleitação, a “colaboração ativa para com todos os colaboradores que necessitem e pretendam realizar a licença parental complementar e a licença para assistência a filho”, as faltas justificadas para assistência a filhos, a par de várias iniciativas, como a oferta de um “kit bebé”, composto por bens de primeira necessidade e vales de oferta para produtos de puericultura.

 

Fonte: Store

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