segunda-feira, 09 março 2020 16:32

Igualdade de género: Na Jerónimo Martins, o equilíbrio chega à liderança

Na Jerónimo Martins, a evolução pessoal e profissional dos colaboradores baseia-se no “mérito, nas qualificações e na igualdade de oportunidades”. Quem o diz é a head of Corporate Employer Relations and Internal Social Responsibility, Susana Correia de Campos, que destaca que o princípio de igualdade e não discriminação está “bem definido” no Código de Conduta do grupo, refletindo-se nas políticas de recursos humanos.

 

Assim, estes princípios refletem-se também nos processos de recrutamento da Jerónimo Martins, que se guia pelas competências e qualificações dos candidatos. Não obstante, Susana Correia de Campos considera que há áreas que são, tendencialmente, propensas a ter mais candidatos de determinado género. Já em termos de progressão de carreira, destaca a aposta na formação profissional dos colaboradores, bem como o incentivo à mobilidade interna.

“A meritocracia, a igualdade e não discriminação são princípios fundamentais que presidem à gestão das carreiras dos nossos colaboradores, garantindo que a sua progressão e desenvolvimento estão assegurados independentemente do género”, reforça. Questionada sobre a possibilidade de um colaborador ir da base ao topo, a resposta é afirmativa, incluindo o exemplo da diretora-geral do Pingo Doce, Isabel Ferreira Pinto, e do diretor-geral da Biedronka, Luís Araújo, que entraram no grupo como management trainees. 

Na sua visão, o Grupo Jerónimo Martins opera num setor “predominantemente feminino”, revelando que, no final de 2018, e tendo em consideração o universo de quase 110 mil colaboradores, em Portugal, Polónia e Colômbia, 76% eram mulheres e 24% homens, sendo que 66% dos cargos de gestão eram ocupados por mulheres.

“No caso específico das companhias do Grupo Jerónimo Martins em Portugal, existe um efetivo equilíbrio de género em cargos de liderança e essa questão, se existisse, até se poria ao contrário do que é habitual nas empresas”. Neste aspeto, são também dados exemplos, entre os quais, o facto de metade dos membros que compõem a Comissão Executiva do Pingo Doce serem mulheres, que ocupam cargos como direção-geral, direção de operações ou direção financeira, bem como o facto de quatro dos sete membros da Comissão Executiva do Recheio serem mulheres.

Em termos remuneratórios, em 2018, uma análise ao gap salarial entre géneros, no grupo, revelou um rácio de 91%, “um indicador que afere a diferença salarial entre mulheres e homens no universo de colaboradores em Jerónimo Martins, tendo por base realidades comparáveis”, explica Susana Correia de Campos. Assim, este expressa-se tendo em conta o salário médio das mulheres como uma percentagem do salário médio dos homens, sendo, portanto, igualdade salarial entre género representada através de um rácio de 100%.

Neste contexto, aliás, o grupo destaca-se como a única empresa portuguesa a integrar o Top 200 Global Companies do Gender Equality Global Report & Ranking, que analisa as práticas de igualdade de género de cerca de 3.200 empresas cotadas de todo o mundo.

Para consolidar um dos cinco pilares que sustentam a Responsabilidade Corporativa do Grupo Jerónimo Martins, nomeadamente o que se refere a “Ser um empregador de referência”, a empresa tem investido, em diversos projetos de responsabilidade social interna, destinados aos colaboradores e aos seus filhos.

 

Fonte: Store

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