segunda-feira, 15 junho 2020 16:28

O impacto da pandemia no retalho nacional e a visão do EuroCommerce na Store

O impacto da pandemia de Covid-19 no setor da distribuição está em destaque na última edição da Store. Na capa, o diretor-geral do EuroCommerce, Christian Verschueren, deixa a convicção de que o comércio retalhista vai saber reagir e antecipar as mudanças. Já no interior, têm a palavra os players do mercado nacional, da APED às várias insígnias.

Um novo plano Marshall é a proposta que o diretor-geral do EuroCommerce deixa para que a Europa saia da crise económica desencadeada pela crise sanitária, numa entrevista em que olha para as diversas ondas de impacto do confinamento sobre o setor retalhista.

Um dos primeiros impactos deu-se a nível da gestão das pessoas e, nesta edição, olha-se para os desafios colocados pela necessidade de adaptação. Desafios particulares para o retalho alimentar, que manteve as portas abertas, como atestam Auchan, Continente, Lidl, Mercadona, Pingo Doce e El Corte Inglés, mas que também afetaram o retalho especializado, como dão conta Ikea e Salsa.

Outro dos impactos deu-se ao nível dos canais de venda. Com o confinamento social e com as lojas físicas encerradas, em muitos dos casos, por não serem consideradas serviços essenciais, os consumidores viraram-se para o digital e o e-commerce conheceu um impulso. Mas será que as vendas online foram suficientes para compensar a paragem do offline? E a tendência de crescimento manter-se-á? Respondem Auchan, Continente, El Corte Inglés e FNAC.

Com o retalho alimentar aberto, como respondeu a cadeia de abastecimento? A APED, a CAP e a FIPA partilham a sua visão sobre o atual contexto, ao mesmo tempo que Continente, Intermarché, Lidl e Mercadona testemunham como reforçaram a aposta na produção nacional.

Também a resposta social das insígnias do retalho foi reforçada nesta altura. Aldi, Auchan, Continente, Jerónimo Martins, Ikea, Lidl e Mercadona dão conta da sua intervenção junto de profissionais de saúde, populações e instituições.

A par do retalho, o canal Horeca e o turismo estão entre os mais afetados pela pandemia: os representantes dos respetivos setores – AHRESP e Turismo de Portugal – fazem eco das medidas adotadas e das preocupações sentidas. Por sua vez, o secretário-geral da ANEBE olha para o impacto no setor das bebidas espirituosas.

Nesta edição, há ainda espaço para a visão jurídica sobre as leis de trabalho adotadas excecionalmente, pela mão dos advogados Nuno Guedes Vaz, da PLMJ, e José Amorim Magalhães e Catarina Carvalho Oliveira, da MLGTS.

Apesar de dominar a edição, a crise sanitária e económica não é tema único: fala-se também de sustentabilidade e do sistema de devolução de garrafas de plástico não reutilizáveis, bem como das caras mais associadas pelos consumidores a campanhas de publicidade do setor da distribuição.

Fonte: Store

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