Através das câmaras de vídeo disponíveis nas lojas, o sistema vai monitorizar a expressão facial e os movimentos dos clientes para tentar identificar se estão, ou não, satisfeitos. Se o sistema detetar um cliente insatisfeito ou triste, informa os funcionários da loja para que estes se dirijam ao cliente e tentem perceber e minimizar a sua insatisfação.
"É mais fácil manter os atuais clientes do que angariar novos através da publicidade", refere a empresa no documento da patente, dado a conhecer pelo Wall Street Journal. "Se o serviço ao cliente for inadequado, isso não se vai verificar até que muitos clientes tenham sido perdidos. Com tanta concorrência, o cliente simplesmente irá a outra loja, em vez de perder tempo a fazer uma reclamação", acrescenta o documento.
Além de responder imediatamente às necessidades dos clientes, a empresa vai também aproveitar a tecnologia para analisar as tendências de compra dos seus clientes ao longo dos tempos. Essa análise será realizada juntando informação sobre a expressão facial, "dados biométricos" e dados sobre as vendas (o que compram e quanto gastam). Assim, e segundo a empresa, a tecnologia vai poder identificar "quedas significativas ou total ausência de gastos por parte dos clientes".
Apesar da patente só agora ter chegado, a Walmart já tinha testado a tecnologia de reconhecimento facial anteriormente, em 2015, para tentar detetar ladrões e prevenir roubos. O uso desta tecnologia não é novidade no comércio: se acordo com o Retail Dive, também a Mastercard está a ponderar o seu uso para verificar pagamentos.
Fonte: Business Insider/ Retail Dive








