O anúncio da assinatura deste compromisso internacional, por parte do Continente, ocorre na sequência do lançamento do primeiro relatório da Fundação Ellen MacArthur – cuja missão é acelerar a transição rumo a uma economia circular. O relatório detalha como as marcas, os governos e outras organizações estabeleceram formas de lidar com a poluição do plástico lado a lado pela primeira vez.
“As metas e os planos de ação apresentados neste relatório representam um avanço significativo em comparação com o ritmo de mudança das últimas décadas. Contudo, ainda estão longe de realmente corresponder à escala do problema, particularmente no que diz respeito à eliminação de itens desnecessários e à inovação em torno de modelos de reutilização”, diz o responsável do projeto “New Plastics Economy”, Sander Defruyt.
Com a assinatura deste compromisso, o Continente junta-se, assim, aos governos de França, do Reino Unido e do Chile; ao Ministério do Ambiente da Nova Zelândia e de Portugal; a organizações, como o World Economic Forum, Banco Europeu de Investimento e o The Consumer Goods Forum; ONG; universidades; associações industriais; investidores; e ainda a um conjunto de empresas que, no seu todo, representam 20% das embalagens plásticas produzidas globalmente.
“Os níveis de ambição devem continuar a subir de forma a serem dados passos reais no combate à poluição global de plástico até 2025, e a passagem do compromisso à ação é crucial. Grandes investimentos, inovações e programas de transformação precisam ser iniciados agora, para que possamos aferir o seu impacto até 2025”, explica Sander Defruyt.
Fonte: Sustainable Society








