Mais de 66% dos inquiridos indicaram esta preferência, o que traduz uma subida de 6,7% face à edição de 2018. Em segundo lugar, está o formato discount (14%), seguido do hipermercado (12,1%) e da loja tradicional (4,3%). O online é escolhido por apenas 3%, tendo estancado a sua quota face ao ano passado.
De acordo com a consultora, a explicação para este cenário reside na quantidade e variedade de lojas existentes nas cidades, oferecendo uma solução de comodidade para o consumidor.
A proximidade é mesmo o principal motivo (24,5%) para escolher um ponto de venda, seguida do preço (16,9%), mas também da qualidade da oferta (7,9%) e dos produtos de marca própria (7,4%).
No canal online, os produtos de grande consumo são os mais comprados, com destaque para os artigos de cuidado e higiene pessoal (77,5%) e para os de limpeza (60,6%).
Fonte: Inforetail








