quarta-feira, 04 novembro 2015 10:50

Portugueses estão a reciclar mais

 Portugueses estão a reciclar mais Mais de 323 mil toneladas de embalagens usadas provenientes do fluxo urbano (ecopontos e porta-a-porta) foram encaminhadas para reciclagem pela Sociedade Ponto Verde (SPV) nos primeiros nove meses do ano, o que representa um aumento de 12 por cento face ao período idêntico de 2014.



No fluxo urbano – embalagens domésticas, do pequeno comércio e dos hotéis, restaurantes e cafés – o plástico foi o material que mais cresceu (29 por cento), seguido pela madeira (23 por cento), metal (21 por cento) e vidro (10 por cento).

"Este resultado deve-se ao gesto diário de toda a população ao separar os seus resíduos de embalagens, encaminhando-os para reciclagem através das infraestruturas disponibilizadas pelos municípios, nomeadamente os ecopontos e os sistemas porta-a-porta. O número de separadores tem vindo a aumentar e hoje 71 por cento da população faz a separação diária dos seus resíduos em casa. (...)", afirma o diretor-geral da SPV, Luís Veiga Martins.

Relativamente ao fluxo não urbano – embalagens de origem industrial ou comercial – foram enviadas para reciclagem 223.615 toneladas de resíduos de embalagens até ao final de setembro, o que representa um decréscimo de 5 por cento em relação ao período homólogo.

No total dos dois fluxos – urbano e não urbano - a Sociedade Ponto Verde encaminhou para reciclagem mais de 547 mil toneladas de resíduos de embalagens, correspondentes a um crescimento de 4 por cento em relação ao mesmo período do ano anterior.

Os dados relativos à reciclagem nos primeiros nove meses do ano vão ao encontro dos resultados do estudo "Hábitos e Atitudes face à separação de resíduos domésticos 2015", desenvolvido pela Intercampus para a Sociedade Ponto Verde.

Com base no estudo, sete em cada 10 lares fazem diariamente a separação doméstica de resíduos de embalagens, enviando para reciclagem os resíduos que são gerados em suas casas, como por exemplo pacotes de bebida, sacos, caixas de cartão, garrafas e frascos de vidro.

O mesmo estudo mostra também que os lares separadores estão a separar melhor os seus resíduos quando comparado com 2011. Atualmente 59 por cento dos lares separa a totalidade dos seus resíduos (separadores totais), face a 47 por cento em 2011, o que equivale a um crescimento de 12 pontos percentuais.

Fonte: GCI

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