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segunda-feira, 05 junho 2017 13:02

Sonae reduz pegada ecológica

Os negócios da Sonae estão cada vez mais eficientes, fruto da sua política de sustentabilidade. No âmbito do Dia Mundial do Ambiente, que se assinala a 5 de junho, a empresa anunciou uma redução de 1% no consumo de energia e de 13% nas emissões de CO2 no último ano.

 

"O ambiente é um pilar da política de sustentabilidade da Sonae, pelo que procuramos ser eficientes e frugais em tudo o que fazemos, de forma a não desperdiçar recursos e maximizar o valor de cada projeto. Esta cultura tem contribuído para a melhoria contínua da nossa pegada ecológica, com importantes poupanças que são canalizadas para o desenvolvimento dos nossos negócios, beneficiando os colaboradores e clientes, mas também toda a comunidade", afirma a diretora de Comunicação, Marca e Responsabilidade Corporativa da Sonae, Catarina Oliveira Fernandes.

Com vista à implementação de melhores práticas e à sensibilização ambiental, a Sonae promoveu, em 2016, vários projetos que permitiram ganhos a nível ambiental e a nível financeiro. Essa poupança foi canalizada para os negócios, para inovar, criar novos produtos e serviços e investir em novos projetos de melhoria contínua a nível ambiental.

Segundo o Relatório de Sustentabilidade - Improving, entre 2012 e 2015, a Sonae Sierra reduziu o consumo de eletricidade nos centros comerciais em 72%, o que representou uma poupança de mais de meio milhão de euros em custos operacionais. Em 2016, dos 45 centros comerciais detidos pela Sonae Sierra, 29 já utilizavam eletricidade "verde", gerada totalmente a partir de fontes de energia renováveis.

Já os negócios de retalho registaram, no último ano, uma redução de 3,3% no consumo de água e de 2,5% em energia. A Sonae MC implementou ainda um projeto pioneiro a nível mundial para transformar resíduos em energia, o Waste to Energy. O projeto permite, através de um modelo circular de produção de bens materiais, tratar e valorizar mais de 200 toneladas/ano de resíduos orgânicos produzidos pelas lojas, diminuindo a quantidade enviada para aterro, produzindo energia e fertilizante e reduzindo a emissão de gases com efeito de estufa.

Fonte: BA&N

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